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Do “On” ao “Off”, sem pausas!

Atualizado: 2 de jan. de 2021

Não é segredo para ninguém que o vídeo está a “dar cartas” na Internet. E por esta ser uma área que me é muito querida profissionalmente, deixo-vos a perspetiva de quem, por norma, está por detrás da “câmara”.



A definição de uma boa estratégia de marketing tem na sua base um bom diagnóstico. É preciso olhar para dentro e para fora, ponderar, definir metas e avançar. O vídeo pode fazer sentido, ou não, no seu plano de ação. Se a resposta é sim, se o vídeo faz todo o sentido no seu plano de ação, há que o integrar e harmonizar com as demais ações.


Atualmente o investimento em conteúdos de vídeo tem vindo a aumentar. Se fizermos uma viagem rápida nos feeds das principais redes sociais é fácil perceber a enorme quantidade de posts de vídeo. Segundo a HubSpot, o consumo de vídeo aumenta 100% todos os anos e a Cisco diz que até 2021, o consumo de vídeo corresponderá a 82% de todo o tráfego da Internet.


A sua utilização pode ter várias finalidades, tais como informar, formar, demonstrar, entreter, etc. Podemos também enumerar alguns dos formatos mais frequentes desta ferramenta: transmissões ao vivo ou em diferido; webinars; tutoriais; plataformas de e-learning; vlogs; apresentações; depoimento de clientes; entrevistas e outros.


As vantagens de utilização desta ferramenta são imensas. A Renderforest, numa das suas pesquisas, entre outras coisas, diz que 78% dos profissionais de marketing afirmam terem conseguido aumentar o seu tráfego com a introdução do vídeo na sua estratégia global de marketing. Mas, aumentar tráfego pode não ser sinónimo de objetivo cumprido. Ou seja, uma análise meramente quantitativa pode não ser suficiente. É imperativo fazer uma análise qualitativa de todo o processo.


A Curata, que nos traz sempre notícias frescas, diz que os formatos preferidos são, em primeiro lugar, os depoimentos com 51%; os tutoriais com 50% e a demonstração de produtos com 49%. Quando o conteúdo é bom, é possível chegar até aos 92% de utilizadores que partilham o vídeo.

Já no que diz respeito aos anúncios no início do vídeo, estes não são do agrado de todos, e quem o diz é a CNBC, visto que 65% salta o anúncio logo que possível.


Se por um lado o vídeo é uma tendência e pode ser uma ferramenta muito poderosa na sua estratégia de marketing, por outro lado o conteúdo e a forma determinam o seu sucesso. É muito importante conhecer a sua audiência para saber qual o melhor conteúdo e a melhor forma de o fazer chegar ao seu interlocutor.


Pertinência, relevância, criatividade e saber fazer são ingredientes fundamentais para o seu interlocutor ir do “On” ao “Off”, sem pausas!



Bons vídeos!


Abraço


Paula Ribeiro

Head of marketing and Communication at bloom up

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